| Cobaias de guerra Mísseis de urânio empobrecido usados pelos Estados Unidos nos bombardeios ao Iraque e ao Kosovo emitem radiação e produzem danos permanentes em veteranos, civis e crianças Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa e Darlene Menconi | ||||||||||||
Assim
como boa parte dos veteranos de guerra, o canadense Terry Riordon nunca
mais foi o mesmo depois que voltou do conflito no Golfo Pérsico, em 1991.
Ninguém na cidade de Yarmouth, onde morava, conseguiu descobrir seu mal.
Nove anos depois do fim da Tempestade no Deserto, como a batalha ficou
conhecida, sua memória falhava, os olhos mudaram de cor e os problemas
respiratórios pioravam. No início deste ano, no leito de morte - e ainda sem
diagnóstico -, o soldado Riordon pediu à mulher que doasse seu corpo
para os cientistas enfim desvendarem a doença misteriosa. O laudo da autópsia
foi bombástico: havia urânio empobrecido nas células dos ossos deteriorados pela
doença que lhe tirou a vida. O soldado Riordon serviu no bloco de
aliados dos Estados Unidos na luta contra Saddam Hussein e está
entre as estimadas 80 mil vítimas da "síndrome da Guerra do Golfo".
O
metal tóxico é o subproduto do urânio enriquecido, que contém alto teor de
U-235, tipo mais radioativo e instável do metal, o que explica seu
uso como combustível para reatores e bombas nucleares. Para cada quilo de
urânio enriquecido, sobram 200 quilos de urânio empobrecido, basicamente U-238,
átomo que emite um tipo de radiação menos nocivo, porém muito mais duradouro:
são precisos 4,5 bilhões de anos para que sua radiação caia pela
metade. Desde
1940, quando os cientistas do Projeto Manhattan criaram a
bomba atômica, os EUA sozinhos acumularam 520 mil toneladas de urânio
empobrecido. Era um material inútil e de armazenagem cara. A indústria bélica
encontrou então uma forma lucrativa de livrar-se desse lixo, atirando-o contra
o inimigo. Por ser 2,5 vezes mais denso que o aço, o urânio empobrecido
mostrou-se eficaz para perfurar blindagens de tanques e fortificações. Um
míssil chega a romper um bloco de concreto enterrado no solo, a três metros de
profundidade. Arma
invisível Foi
por isso que a Força Aérea e o Exército dos EUA elegeram o dejeto nuclear como projétil de seus mísseis lançados pelos aviões de ataque A-10 e
pelos tanques Abrams, muitos deles também blindados com urânio. A radioatividade
emitida pelos mísseis feitos com urânio empobrecido, porém, funcionou como
poderosa arma invisível, incapaz de distinguir inimigo de aliado, civil ou
militar. A possibilidade de danos à saúde no longo prazo foi levantada pela
primeira vez quando cerca de dez mil dos 500 mil soldados que participaram do
conflito no Iraque passaram a sentir náusea, dor de cabeça, ter diarréia,
queimaduras e outros sintomas que sugeriam envenenamento radioativo de
baixa intensidade. "Esse é o pior tipo de radiação porque os danos podem
levar décadas para surgir e afetam os filhos dos soldados por várias
gerações", explica Ruy de Góes, especialista em questões
nucleares na organização ambientalista Greenpeace. Em
apenas quatro dias de bombardeio aéreo, em 1991, os jatos e tanques
americanos dispararam 320 toneladas de urânio sobre alvos iraquianos. As
estatísticas mostram que houve significativo aumento nos casos de crianças iraquianas nascidas com anormalidades, além da maior incidência de câncer,
especialmente nos pulmões e rins. Em 1990 morreram de câncer 7.058 iraquianos,
número que saltou para 8.526 dois anos depois. A
pior faceta desses mísseis aparece quando eles atingem o alvo, espalhando chamas e partículas de urânio que não respeitam fronteiras geopolíticas.
A garoa de poeira radioativa viaja ao sabor do vento, misturando-se
ao ar, e seu poder letal é devastador quando o metal é inalado ou ingerido.
"Não há nível de radiação sem risco", diz o professor Ildo Sauer,
do Instituto Eletrotécnico e Energia da Universidade de São Paulo.
"Usar urânio empobrecido como cabeça de míssil é tecnicamente interessante
porque o metal tem pouco volume e grande força de impacto", ensina Sauer.
Os
militares americanos alegam que a radioatividade do urânio
empobrecido não oferece perigo e que a avalanche de doenças pós-guerra deve ser
resultado das armas químicas usadas pelos iraquianos, ou mesmo da fumaça
produzida pelo incêndio de poços de petróleo. O aparente reaparecimento do
problema entre veteranos da guerra de Kosovo, onde esses fatores não
existiram, indica que os riscos do material radioativo precisam ser melhor
investigados. De preferência antes da próxima intervenção americana que pode
acontecer na Colômbia, junto à fronteira brasileira. Novas suspeitas Um procurador das Forças Armadas italianas alertou para o drama das
vítimas do conflito na ex-Iugoslávia, em 1999. Ele investiga casos de
leucemia (incluindo pelo menos uma morte) entre soldados italianos que
participaram da guerra em Kosovo e, segundo o jornal britânico The Times,
o Ministério da Defesa francês também conduz um inquérito sigiloso sobre
contaminação das tropas aliadas. Mais uma vez, suspeita-se que a causa esteja
no urânio empobrecido. Um
documento público da Agência de Proteção Ambiental do próprio governo
americano (EPA) reconhece: "urânio empobrecido é radioativo, tóxico e
cancerígeno". E que os trabalhadores expostos à inalação em solo
contaminado podem sofrer de doenças pulmonares. Em abril do ano
passado, oito anos depois da eclosão do conflito no Golfo, uma expedição
visitou os campos de batalha e descobriu que os níveis de radiação eram 35
vezes mais elevados do que a taxa ambiental considerada normal. Os locais
próximos aos tanques e blindados atingidos por mísseis americanos, a radioatividade
era 50 vezes maior do que a média. O
biólogo britânico Roger Coghill estimou que o bombardeio
de Kosovo deve causar pelo menos 10 mil mortes por câncer nos Bálcãs e
não só nas áreas diretamente atingidas: na Sérvia, bombardeada por 500 mil
balas de urânio empobrecido, a radiação era 30 vezes superior ao normal, mas no
Norte da Grécia, a mais de 100 quilômetros da área de conflito,
a radioatividade aumentou 25%. Em suas memórias de guerra, um mecânico do Exército americano contou que em 1991, ele e seus colegas vestiam shorts e camiseta enquanto desmontavam veículos danificados por bombas dos aliados. Foram surpreendidos pela chegada de dois peritos em trajes especiais com detectores de radiação que avisaram que suas roupas e botas estavam contaminadas. Hoje as armas feitas de material radioativo, uma ameaça invisível aos olhos, não são exclusividade dos EUA. Países como a França, Rússia, Israel, Arábia Saudita, Egito, Kuwait, Paquistão e Taiwan detêm armas semelhantes. Os soldados americanos agora só temem que o tiro saia pela culatra. Fonte:ISTOÉ | ||||||||||||
Ei, Tio Sam!
sábado, 24 de abril de 2021
urânio empobrecido
terça-feira, 28 de maio de 2019
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sabotando Havana
http://www.estadao.com.br/arquivo/mundo/2004/not20040503p27117.htm
Segunda-feira, 03 de maio de 2004 - 20h23
Bush recebe sugestões para "aniquilar" regime cubano
Bush recebe sugestões para "aniquilar" regime cubano
Washington - O secretário de Estado Colin Powell apresentou ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, recomendações para que aniquile o regime comunista em Cuba. Uma comissão do governo liderada por Powell recomendou a Bush que exerça pressão econômica sobre a ilha, impedindo o fluxo de dólares, informou um funcionário do governo americano. O chanceler americano também manifestou apoio ao México e ao Peru em uma contenda diplomática relacionada com a posição desses governos sobre Cuba na Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas. Powell disse que o presidente de Cuba, Fidel Castro, "ousou desafiar nações livres e independentes que fizeram sua própria escolha ", negando que tenha havido ingerência americana sobre as posições de México e Peru. Uma fonte do governo americano disse que a influência de Fidel Castro sobre a América Latina não deve ser subestimada. Como exemplo, o funcionário apontou para esquerdistas hondurenhos que recentemente protestaram contra o envio de soldados para a ocupação do Iraque, "obrigando" o governo a encerrar sua colaboração antes do previsto. As recomendações de Powell a Bush constam de um relatório de 500 páginas que inclui um capítulo com meios de tirar Fidel do poder. Os outros quatro capítulos abordam formas por meio das quais os EUA poderiam ajudar um "governo pós-Castro comprometido com a democracia". De acordo com Richard Boucher, porta-voz do Departamento de Estado, Bush "decidirá quais recomendações serão implementadas e quando isso começará".
http://www.estadao.com.br/arquivo/mundo/2004/not20040506p27179.htm
Quinta-feira, 06 de maio de 2004 - 17h29
EUA pretendem interferir na sucessão de Castro
EUA pretendem interferir na sucessão de Castro
Washington - Um comitê presidencial americano recomenda que os EUA tomem medidas para subverter a sucessão prevista do poder em Cuba, pela qual o poder passaria de Fidel Castro para seu irmão Raul. O comitê, encabeçado pelo secretário de Estado Colin Powell, disse que os Estados Unidos "repudiam a continuidade de uma ditadura comunista" na ilha.
O comitê recomenda medidas "para focalizar pressão e atenção sobre a elite dominante, de modo que a sucessão por parte dessa elite ou qualquer um de seus componentes seja vista como o que seria: um obstáculo à Cuba livre e democrática".
O relatório, de 500 páginas, veio a público depois que o presidente George W. Bush discutiu seu conteúdo com membros do comitê. "Não esperamos pelo dia da liberdade em Cuba, trabalhamos pela libertação de Cuba", disse Bush a jornalistas.
Bush determinou que até US$ 59 milhões sejam gastos, ao longo dos próximos dois anos, para ajudar a promover a meta de uma Cuba democrática. Até US$ 36 milhões deverão ser gastos em atividade de construção democrática e no apoio às famílias de opositores do regime, entre outras atividades. Até US$ 18 milhões serão gastos para contornar a interferência do governo cubano contra o sinal da rádio e TV Martí, emissoras que transmitem críticas ao governo de Fidel.
O comitê recomenda medidas "para focalizar pressão e atenção sobre a elite dominante, de modo que a sucessão por parte dessa elite ou qualquer um de seus componentes seja vista como o que seria: um obstáculo à Cuba livre e democrática".
O relatório, de 500 páginas, veio a público depois que o presidente George W. Bush discutiu seu conteúdo com membros do comitê. "Não esperamos pelo dia da liberdade em Cuba, trabalhamos pela libertação de Cuba", disse Bush a jornalistas.
Bush determinou que até US$ 59 milhões sejam gastos, ao longo dos próximos dois anos, para ajudar a promover a meta de uma Cuba democrática. Até US$ 36 milhões deverão ser gastos em atividade de construção democrática e no apoio às famílias de opositores do regime, entre outras atividades. Até US$ 18 milhões serão gastos para contornar a interferência do governo cubano contra o sinal da rádio e TV Martí, emissoras que transmitem críticas ao governo de Fidel.
http://www.cnn.com/2004/ALLPOLITICS/05/06/us.cuba.ap/index.html
EEUU: provocar fome e desespero em Cuba
Eis a prova : O objetivo do bloqueio a Cuba é provocar fome, desespero e o derrocamento do governo
Em 21 de abril de 2011 o jornal O Estado de São Paulo, que clamou ostensiva e enfaticamente pelo golpe militar em 1964 e apoiou as Ditaduras Militares no Brasil e em outros países, sempre em nome de sua visão distorcida e fundamentalista que via comunismo embaixo de todas as camas, publicou um artigo de seu colunista Eugenio Bucci atacando o Estado cubano e decretando sua morte, além de debochar de sua história. Enfim, o artigo "O fundamentalismo do Estado cubano” era a legítima expressão do centenário pensamento político do Estadão, representante da elite paulista e um dos próceres do PIG (Partido da Imprensa Golpista).
Logo após, em 24 de abril, o também jornalista Max Altman publicou no sítio Opera Mundi o artigo "O clichê da grande imprensa e os fatos", onde replicava e argumentava que no texto de Bucci não havia qualquer isenção, a verdade era agredida, a objetividade era esquecida, se enredava em fantasias tortuosas e a manipulação era grosseira.
Quase ao final de seu artigo, como bom jornalista, Max Altman nos brindou com informações escondidas pelos governos intervencionistas norte-americanos por 30 anos, até 1991, e desde então também guardadas nas gavetas da grande mídia corporativa falseadora, que ainda hoje se recusa a divulgá-las porque desnudam sua hipocrisia e seu partidarismo, porque mostram a verdade dos fatos.
Informa Max Altman:
“Bastaria recordar ao Sr. Bucci o conteúdo de um memorando secreto, desclassificado em 1991, do Subsecretário Adjunto de Estado para os assuntos interamericanos, Lester D. Mallory, de 6 de abril de 1960."
E cita textualmente:
“A maioria dos cubanos apoia Castro [...] Não existe uma oposição política efetiva [...] O único meio possível para fazê-lo perder o apoio interno [ao governo] é provocar o desengano e o desalento mediante a insatisfação econômica e a penúria [...] Há que se pôr em prática rapidamente todos os meios possíveis para debilitar a vida econômica [...] negando a Cuba dinheiro e fornecimento de bens com o fim de reduzir os salários nominais e reais, com o objetivo de provocar fome, desespero e o derrocamento do governo”.
Observem a data do memorando, 6 de abril de 1960, quase um ano antes da invasão de Playa Girón.
Logo após, em 24 de abril, o também jornalista Max Altman publicou no sítio Opera Mundi o artigo "O clichê da grande imprensa e os fatos", onde replicava e argumentava que no texto de Bucci não havia qualquer isenção, a verdade era agredida, a objetividade era esquecida, se enredava em fantasias tortuosas e a manipulação era grosseira.
Quase ao final de seu artigo, como bom jornalista, Max Altman nos brindou com informações escondidas pelos governos intervencionistas norte-americanos por 30 anos, até 1991, e desde então também guardadas nas gavetas da grande mídia corporativa falseadora, que ainda hoje se recusa a divulgá-las porque desnudam sua hipocrisia e seu partidarismo, porque mostram a verdade dos fatos.
Informa Max Altman:
“Bastaria recordar ao Sr. Bucci o conteúdo de um memorando secreto, desclassificado em 1991, do Subsecretário Adjunto de Estado para os assuntos interamericanos, Lester D. Mallory, de 6 de abril de 1960."
E cita textualmente:
“A maioria dos cubanos apoia Castro [...] Não existe uma oposição política efetiva [...] O único meio possível para fazê-lo perder o apoio interno [ao governo] é provocar o desengano e o desalento mediante a insatisfação econômica e a penúria [...] Há que se pôr em prática rapidamente todos os meios possíveis para debilitar a vida econômica [...] negando a Cuba dinheiro e fornecimento de bens com o fim de reduzir os salários nominais e reais, com o objetivo de provocar fome, desespero e o derrocamento do governo”.
Observem a data do memorando, 6 de abril de 1960, quase um ano antes da invasão de Playa Girón.
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Lester DeWitt Mallory era Vice Secretário de Estado adjunto para assuntos do Hemisfério Ocidental em 1960 e se aposentou no Departamento de Estado em 31 de outubro do mesmo ano. |
Endereços dos textos:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-fundamentalismo-do-estado-cubano,709120,0.htm
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/O+CLICHE+DA+GRANDE+IMPRENSA+E+OS+FATOS_1460.shtml
domingo, 20 de novembro de 2011
A canção
| Ei Tio Sam (Humberto de Assis Borges) Ei Tio Sam que só faz a guerra e devasta a Terra em que plantei sonhos no mundo você é no fundo um fora-da-lei ei ei ei Tio Sam Ei Tio Sam que endeusa a grana e sabota Havana onde encontrei do avô ao neto o fim do analfabeto mais luz eu verei ei ei ei Tio Sam bombas explodem atômicas Hiroxima e Nagasaki bombas bacteriológicas sobre a China e a Coréia crianças ardendo em tochas napalm no Vietnã um terror sobre o planeta e ninguém faz uma idéia tudo isso é fabricado tudo isso é MADE IN USA Tio Sam urânio empobrecido pobre povo do Iraque vai matando e mutilando ainda várias gerações e o tapete de bombas sobre a terra afegã um terror sobre o planeta faz cumprir as maldições tudo isso é fabricado tudo isso é MADE IN USA Tio Sam Ei Tio Sam é a expressão do seu cidadão alheio eu sei nos faz tanto mal e acha normal dar uma de rei ei ei ei Tio Sam Ei Tio Sam nesta minha lida com as coisas da vida eu já sonhei sonho americano entrei por um cano onde eu acordei ei ei ei Tio Sam primeiro foram os índios que tombaram ao seu ataque quase todos dizimados e depois os mexicanos perderam seu território para o grande Titã um terror sobre o planeta vem causando muitos danos tudo isso é fabricado tudo isso é MADE IN USA Tio Sam na América Latina vai e volta tique taque invasão intervenção desde antes e depois agora e sempre embaçando o sol da nossa manhã um terror sobre o planeta só aumenta o CO2 tudo isso é fabricado tudo isso é MADE IN USA Tio Sam Ei Tio Sam um grão de poeira é a Terra inteira onde embarquei em meio à viagem trazendo a bagagem sou parte da grei ei ei ei Tio Sam | ||||||||||||||||||
| Hey Uncle Sam (Humberto de Assis Borges) Hey Uncle Sam only making the war devastating the land where I have planted dreams in the world you are in fact a true out-of-law hey hey hey Uncle Sam Hey Uncle Sam deifying the money sabotaging Havana where I have found from grandpa to grandson the end of the illiterate more light I will see hey hey hey Uncle Sam bombs exploding atomic on Hiroxima and Nagasaki bacteriological bombs on China and Korea children were burning as torches napalm in Vietnam a terror on our planet and no one makes any idea everything this is manufactured everything this is MADE IN USA Uncle Sam depleted uranium on wretched people of Iraq goes on killing and mutilating through several generations and the carpet bombing on the Afghan land a terror on our planet makes fulfill all the curses everything this is manufactured everything this is MADE IN USA Uncle Sam Hey Uncle Sam you are the expression of your citizens they are unaware I know and make us so much harm but they think that's normal put themselves in airs of king hey hey hey Uncle Sam Hey Uncle Sam in this my labour with things of life I already dreamed American Dream I was going into a tube where I have just awoken hey hey hey Uncle Sam firstly were the indians thrown down under your attack almost all were decimated and after the Mexicans have lost their territory for the great Titan a terror on our planet comes making many damages everything this is manufactured everything this is MADE IN USA Uncle Sam in Latin America it goes and comes back tic tac invasion and intervention since before and after now and always hazing the sun of our morning a terror on our planet only increases the CO2 everything this is manufactured everything this is MADE IN USA Uncle Sam Hey Uncle Sam just a little grain of dust is the whole Earth where I have boarded in the midst of the trip bringing the luggage I am part of the herd hey hey hey Uncle Sam | ||||||||||||||||||
Intervenções dos EEUU até 2003
| http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2003/guerranoiraque/0052.shtml 21/03/2003 Pax Americana da Folha Online Intervenções dos EUA no mundo | |||||
| O Início 1. Guerra hispano-americana (1898) O naufrágio do navio de guerra USS Maine no porto de Havana é o estopim para o conflito contra a Espanha. Os EUA assumem controle sobre Porto Rico e Filipinas 2. Filipinas (1901) Tropas dos EUA derrotam o movimento pró-independência 3. Panamá (1903) A Marinha dos EUA apóia os rebeldes na independência do Panamá em relação à Colômbia 4. Nicarágua (1912) Fuzileiros navais americanos ocupam o país. Permanecem até 1933 5. Haiti (1914) EUA dão início a 20 anos de ocupação militar, após período de conflitos sociais 6. Rússia (1918) Tropas dos EUA são enviadas à Rússia, em tentativa frustada de ajudar a conter a revolução Guerra Fria 7. Coréia (1950-53) Com apoio da ONU, os EUA enviam tropas para tentar conter a invasão da Coréia do Sul pela Coréia do Norte 8. Irã (1953) A CIA apóia o golpe de Estado que leva o xá Reza Pahlevi ao poder 9. Guatemala (1954) Os EUA dão sustentação ao golpe que derruba o presidente Jacobo Árbenz 10. Cuba (1961) Os EUA apóiam exilados cubanos na fracassada invasão da baía dos Porcos 11. Indonésia (1965) Ligado aos soviéticos, o presidente Sukarno é derrubado, em ação com apoio dos EUA 12. Vietnã (1954-75) Os EUA enviam tropas para o Vietnã do Sul, no combate contra os comunistas do norte 13. República Dominicana (1965) Fuzileiros navais dos EUA derrotam o levante contra o governo militar 14. Congo (1965) Os EUA apóiam o golpe de Estado que leva Joseph Mobutu ao governo 15. Chile (1973) A CIA fornece ajuda na derrubada do governo Allende pelo general Pinochet 16. Nicarágua (1979-90) Os "contra" recebem suporte da CIA no combate ao governo Sandinista 17. Granada (1983) Os EUA derrubam o governo local, que tinha apoio cubano 18. Panamá (1989) O general Noriega, ex-aliado dos EUA, é deposto na invasão de 26 mil homens Pós-Guerra Fria 19. Iraque (1991) Os EUA lideram coalizão internacional que expulsa as tropas iraquianas que haviam invadido o Kuait 20. Somália (1992-95) EUA vão à Somália para intervir numa guerra entre facções locais 21. Kosovo (1999) A Otan ataca o governo de Slobodan Milosevic, para deter o massacre sérvio de kosovares de origem albanesa 22. Afeganistão (2001) Como consequência dos atentados de 11 de setembro, os EUA derrubam o governo fundamentalista do Taleban 23. Iraque (2003) Os EUA e aliados decidem tirar o ditador Saddam Hussein do poder voltar para a canção | |||||
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